Cientistas da UFRN são empossados na Academia Brasileira de Ciências

29/08/2019 19:30

Anastácia Vaz

Os cientistas Luiz Felipe Cavalcanti Pereira e Felipe Bohn, ambos do Departamento de Física Teórica e Experimental (DFTE/UFRN), foram empossados nesta quarta-feira, 28, como novos membros da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Eles e outros três pesquisadores integram os novos quadros da instituição representando a região Nordeste e o Espírito Santo. A solenidade aconteceu durante todo o dia no auditório do Instituto Internacional de Física (IIF/UFRN) e contou com a presença do reitor José Daniel Diniz, cientistas de várias áreas, representantes da ABC e do governo do Estado.

O professor Luiz Felipe Cavalcanti Pereira, disse que é uma honra o reconhecimento da Academia Brasileira de Ciências que reúne os cientistas mais importantes do País em todas as áreas. “Como fomos eleitos na categoria de afiliados, que são pessoas que tem menos de 40 anos, quer dizer que eles não estão tão preocupados assim com que a gente já fez, mas estão olhando principalmente para o que eles acham que a gente  tem capacidade de fazer no futuro pela ciência nacional” adiantou.

Segundo ele, a posse foi um grande reconhecimento para o DFTE, pois são dois membros afiliados de uma vez. “É a primeira vez que temos membros afiliados do Departamento de Física e somos logo dois. Atualmente, na UFRN, somos os únicos filiados nessa categoria de jovens. Já houve no passado, e isso é um sinal de que a série de investimentos que foram feitos no Departamento há alguns anos, tanto em equipamentos e infraestrutura, quanto em contratações, deu resultado”, complementou Luiz Pereira.

Fonte: AGECOM/UFRN.



   
   







Pesquisa no RN estuda microalgas como fonte de biocombustível

29/08/2019 17:45


Uma pesquisa desenvolvida no Rio Grande do Norte quer ser uma das força-motrizes da Petrobras para alavancar as microalgas como uma nova fonte de biocombustível no país. Tocada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em parceria com a estatal, o objetivo é fazer com que as microalgas sejam uma alternativa aos combustíveis derivados do petróleo, que possa ser utilizada em carros ou em qualquer outro veículo com motor a diesel. 

Uso de microalgas como biocombustível vem sendo pensado na comunidade científica de vários países há décadas. As atividades da planta piloto estão sendo feitas na fazenda Samisa, na zona rural de Extremoz, na Grande Natal, localidade onde a UFRN desenvolve outros projetos de ordem biológica e química. A reportagem da TRIBUNA DO NORTE visitou as instalações da fazenda. Ao todo, são oito tanques abertos com algas do tipo raceways. Destes, o complexo conta com quatro de 4 mil litros e dois de 20 mil litros. As algas são enviadas, mensalmente, a outras duas universidades parceiras do projeto: a Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).  O uso das microalgas como fonte de biomassa para produção de biocombustível vem sendo cogitado pela comunidade científica há décadas e já vem dando resultados em países do mundo inteiro. As pesquisas começaram nos Estados Unidos e no Japão, nas décadas de 70 e 80. Entre as vantagens citadas pelos pesquisadores para o uso das microalgas ao invés de outras matérias-primas de fontes renováveis, são o fato delas não precisarem de larga escala para produção, não ter sazonalidade, isto é, há uma safra contínua, além de não depender de condições específicas de solo. Aliado a isso, a produção da microalga, que não precisa de grandes extensões para cultivo; contribui para a redução do gás carbônico (CO2) do ar. Se você pensar que o RN pode desenvolver cultivo de algas, a vocação está testada. Imagine que um fazendeiro do RN nos procure para montar uma fazenda de microalgas para vender biomassa.

Os resultados que temos aqui são reais em condições normais de temperatura e pressão. Eu não tenho laboratório abrigado, circuito fechado.”, explica o professor Graco Aurélio Viana à TN. Só no ano passado, por exemplo, foram produzidos 2.042 quilos da microalga, que são enviadas às universidades justamente para retirada do óleo vegetal e viabilização do combustível. “O resíduo é zero. A gente tira o óleo e o que resta da alga é utilizada para ração animal e viabilização de fertilizante”, explica o coordenador científico do projeto pela Petrobras, Leonardo Bacellar. O projeto teve a sua concepção iniciada em 2010, por meio de solicitação da própria Petrobras e fazendo parte ainda do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel (PNPB), criado em 2004. Em 2012 o projeto chegou a passar por dificuldades financeiras, mas conseguiu seguir em frente após aporte financeiro da estatal petrolífera e segue produzindo a biomassa.

As expectativas é de que a geração ultrapasse as três toneladas em 2019.  “A gente manda, em média, 200 a 250 quilos por mês para Viçosa para eles extraírem o óleo. Quem mais produz biomassa para biocombustíveis somos nós”, reforça Graco Aurélio Viana. O projeto, inclusive, chegou a vencer o Prêmio de Inovação Tecnológica, no ano passado, promovido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). O objetivo é reconhecer resultados associados a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para o setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis desenvolvidos no Brasil por instituições de pesquisa credenciadas pela ANP.  Encarado pela Petrobras como a nova possibilidade aos combustíveis fósseis, Leonardo Bacellar explica ainda que as próximas etapas do projeto, além de aumentar a escala dos tanques, é levar os resultados e sistemas para um modelo econômico conceitual, para avaliar a economicidade do produto. Ainda não há um prazo para essa questão.

Números

2.042 kg é a quantidade de microalgas produzidas em 2018 pelo projeto

3.000 é a projeção para 2019 

200 a 250kg é a média mensal de algas enviadas às universidades parceiras


Fonte: Tribuna do Norte.



   
   







Oportunidade de mestrado e doutorado em Ciências Contábeis na UFPB

29/08/2019 12:45


O Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) oferta 29 vagas, sendo 18 para mestrado e 11 para doutorado. De acordo com o edital, as inscrições deverão ser realizadas de 16 a 25 de setembro, por meio do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa) da UFPB.

Das vagas oferecidas, 20% serão destinadas a candidatos autodeclarados ou oriundos de população negra, povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e pessoas com deficiência.

Os projetos devem atender a uma destas três linhas de pesquisa: “Informação Contábil para Usuários Internos”, “Informação Contábil para Usuários Externos” e “Informação Contábil para Setor Público”.

A seleção para mestrado contará com três etapas: Análise do Currículo; Elaboração de redação sobre um tema atual e relevante relacionado à contabilidade; e Entrevista, Apresentação e Arguição do Projeto de Pesquisa. Para doutorado, serão duas etapas: Análise do Currículo e Entrevista, Apresentação e Arguição do Projeto de Pesquisa.

A divulgação do resultado final será em 29 de novembro, na página do programa. As matrículas, em 2 e 3 de março. Outras informações pelo telefone (83) 3216.7285 ou pelo e-mail processoseletivoppgcc@gmail.com.

Edital

Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis (PPGCC)


Fonte: Ascom da UFPB


   
   







Em defesa do CNPq, instituições entregam ao presidente da Câmara abaixo-assinado com quase 1 milhão de assinaturas

29/08/2019 11:49

Confies

Instituições científicas que compõem a Iniciativa para Ciência e Tecnologia no Parlamento (ICTP.br), como CONFIES, SBPC, ABC e Andifes entregaram nesta quarta-feira, 28, ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o abaixo-assinado com quase um milhão de assinaturas em defesa do CNPq, órgão que, a partir de setembro, ameaça suspender o pagamento de 80 mil bolsas de pesquisa diante da crise orçamentária.

Maia disse que tentará encontrar, até o próximo sábado, 31, uma solução para o curtíssimo prazo –, para o pagamento das bolsas de setembro, que serão pagas no início de outubro. Afirmou, por exemplo, que tentará viabilizar parte dos valores, pelo menos, do fundo da Lava Jato, em reunião com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre Morais. Ou que buscaria outra forma de viabilizar recursos com o governo.

Maia afirmou ainda que a PEC da cessão onerosa – que divide os recursos do megaleilão do petróleo com estados e municípios – cuja votação foi adiada para próxima semana, deverá garantir recursos para pagamento das bolsas de outubro, novembro e dezembro. A proposta prevê distribuir R$ 21,9 bilhões dos R$ 106,5 bilhões do leilão para estados e municípios.

“Não estou preocupado somente com o primeiro mês (de não pagamento das bolsas). Estou preocupado também com o futuro. O desafio é abrir espaço no orçamento para áreas que transformam o Brasil”, disse Maia aos participantes do encontro, que reuniu também parlamentares.

Ao final do encontro, o presidente do CONFIES, Fernando Peregrino consultou se Maia estaria de acordo integralmente com a PEC 24 – mesmo defendendo o equilíbrio das contas públicas – caso a proposta liberasse somente o uso das receitas próprias das universidades federais. Maia concordou enfaticamente, disse Peregrino. (Foto)

O encontro foi coordenado pelo ex-ministro da pasta de C&T, Celso Pansera, coordenador da ICTP.br.

Fonte: Confies.


   
   







Oficinas do Plano Diretor por região administrativa começam nesta sexta na Zona Leste

29/08/2019 10:06



As oficinas para a Revisão do Plano Diretor de Natal (PDN) por região administrativa serão iniciadas pela zona Leste, nesta sexta (30/08) e sábado (31/08), a partir das 8h, no auditório da Faculdade Estácio do Alecrim. Os encontros têm por objetivo nivelar toda a sociedade com as informações técnicas necessárias para o processo participativo, bem como escutar os anseios e problemas da comunidade. O evento é voltado para os moradores da região, mas é aberto a toda população interessada.

Os interessados em participar das oficinas, coordenadas pela Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), devem se dirigir ao auditório da Estácio (2º andar), localizado na Avenida Alexandrino de Alencar, 708, Alecrim. Serão duas oportunidades com o mesmo conteúdo, para que seja possível a maior participação popular. Na sexta, das 8h às 14h, e no sábado, das 8h às 12h30.

As oficinas fazem parte da segunda etapa do processo de revisão, chamada “Leitura da Cidade”, que envolve a Leitura Técnica e a Leitura Comunitária, processos independentes, porém realizados no mesmo período. Nesse momento, a equipe técnica da Semurb vai contar com o apoio dos chamados Grupos de Trabalho (GTs).

As oficinas serão divididas em quatro momentos: Apresentação Técnica com dados sobre o processo de revisão do Plano Diretor, da cidade e da região administrativa, bem como prestar esclarecimentos sobre os objetivos da revisão e a importância da participação popular; Dinâmica de integração para ressaltar o papel de cada um na produção da cidade; Grupos de discussão para possibilitar troca de informações com a comunidade, colher informações sobre pontos críticos e sugestões; e, por fim, Debate e Painel Resumo para consolidar as contribuições dos grupos a partir das prioridades identificadas.

Em paralelo, as oficinas com as regiões administrativas acontecem também o ciclo de audiências com os segmentos da sociedade civil organizada. A ideia é que a Prefeitura consiga ouvir os cidadãos e a todos os grupos segmentados como as federações, entidades de classe, universidades e instituições de ensino, empresários, Ministério Público. Mais informações sobre as oficinas, a população pode entrar em contato com a Secretaria Adjunta de Planejamento da Semurb pelo telefone 3616-9915.

CONFIRA A AGENDA:

30 e 31/08- Oficinas zona Leste 

03/09- Reunião Classe empresarial

06 e 07/09- Oficinas zona Sul

10/09- Reunião Entidades profissionais

17/09- Reunião Instituições de ensino e pesquisa

13 e 14/09 Oficinas zona Oeste 

20 e 21/09 Oficinas zona Norte

Fonte: Ascom/SEMURB.


   
   










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