Natal recebe projeto nacional sobre transplante de órgãos

27/08/2019 14:00


A importância da doação de órgãos tem sido cada vez mais difundida; o drama dos familiares que perdem um ente querido e precisam, em meio ao luto, pensar no próximo também é foco recorrente. E como é a logística da doação? Qual impacto um fluxo bem articulado gera na saúde pública? O órgão penosamente obtido chega com facilidade à nova vida que o espera? Se chegar uma vez nos causa dúvidas, então cumprir essa logística três vezes para um mesmo paciente, embora pareça surreal, é história da vida real – e brasileira! A contribuição da aviação brasileira para viabilizar transplantes no país chega a Natal (RN) nesta quinta-feira, 29. A apresentação Jornada Asas do Bem: Doar órgãos é continuar a vida será conduzida pelo publicitário paulista Alexandre Barroso, autor do livro “A última vez que morri”, que conta sua história de luta pela vida depois de três procedimentos de transplante – dois de fígado e um de rim.

O evento é promovido pela Central de Transplantes do RN (CET-RN), em parceria com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) e o Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), e será realizado no Auditório da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A palestra é gratuita e aberta ao público, mediante inscrição prévia em link disponível no site.

Eficiência e agilidade

Lançada em 2018, a Jornada Asas do Bem já passou por 11 estados e pelo Distrito Federal, reunindo cerca de 1,8 mil pessoas em eventos realizados por hospitais, centrais de transplante e iniciativas sociais. A ação é uma extensão do Asas do Bem, programa lançado em 2014 pela ABEAR para divulgar a importância do transporte aéreo gratuito de órgãos realizado pelas empresas aéreas desde 2001.

No ano passado, cerca de 8,7 mil itens para transplante (órgãos, tecidos, equipes médicas, entre outros) foram transportados gratuitamente por aviões, sendo que aproximadamente 80% do volume foi movimentado por empresas aéreas brasileiras (os demais transportes são referentes a operações de companhias aéreas estrangeiras, voos privados e da Força Aérea Brasileira, ou transporte terrestre, por exemplo). O esforço inclui, além das companhias aéreas, o Ministério da Saúde, a Central Nacional de Transplantes (CNT), o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), órgão do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), e operadores aeroportuários.

O Brasil é referência mundial na área de transplantes e possui o maior sistema público de transplantes do mundo, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, cerca de 96% dos procedimentos de todo o país são financiados pelo SUS. Em números absolutos, o Brasil tem o segundo maior volume de transplantes no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Os pacientes recebem assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante, pela rede pública de saúde.

Serviço

Palestra com Alexandre Barroso – Jornada Asas do Bem: Doar órgãos é continuar a vida

Data: 29/08/2019

Horário: 10h

Local: Auditório da Faculdade de Farmácia UFRN – Rua General Gustavo Cordeiro de Faria, S/N – Petrópolis (dentro do complexo do HUOL)

Inscrições gratuitas: http://bit.ly/2OHUKE1

Fonte: Ascom Huol/UFRN


   
   







Vagas para professor assistente e adjunto

27/08/2019 12:00


A Universidade Federal do Ceará tornou público o Edital nº 132/19, para seleção de professor da carreira do magistério superior, classe A. São ofertadas, ao todo, três vagas em Fortaleza e uma no campus da UFC em Sobral. Todas as vagas têm regime de trabalho de 40 horas semanais, com dedicação exclusiva.

No Centro de Tecnologia, a vaga é para professor assistente do Departamento de Arquitetura e Urbanismo e Design, no setor de estudo Projeto com Ênfase em Design Digital. Há exigência de título de mestre.

No Centro de Humanidades, há vaga para o Departamento de Letras Estrangeiras, no setor de estudo Língua e Literatura Francesas. A oferta é para professor adjunto, com exigência de título de doutor.

Também em Fortaleza, a Faculdade de Economia, Administração, Atuária e Contabilidade seleciona professor adjunto para o Departamento de Teoria Econômica, no setor de estudo Teoria Econômica. É exigido título de doutor.

Por fim, em Sobral, a vaga é para professor adjunto do Curso de Música, no setor de estudo Linguagem e Estruturação Musical, também com exigência de doutorado.

Edital

Fonte: Ascom da UFC.


   
   







Fundações de apoio às universidades realizam em novembro 2º Congresso Nacional, em Brasília

27/08/2019 09:39



A capital federal receberá a 2ª edição do Congresso Nacional da Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica,  na primeira semana de novembro, nos dias 06, 07 e 08. Realizado pelo CONFIES – Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica –, o evento se realizará no espaço da Finatec, fundação de apoio da Universidade de Brasília (UnB).

Os organizadores do encontro preveem reunir cerca de 300 participantes de quase 100 fundações de apoio de diversas regiões do Brasil. Para mais informações, acesse o site do evento disponível aqui.

Além das fundações de apoio, o encontro reunirá órgãos governamentais, parlamentares, instituições da comunidade científica, acadêmica e de inovação, além de órgãos de controle, possibilitando a disseminação e a troca de informações para o aperfeiçoamento das entidades afiliadas e de todo sistema de ciência, tecnologia e inovação do País.

Atuação

As Fundações de Apoio são elos estratégicos para alavancar recursos públicos e privados para o fomento da ciência brasileira, área essencial para o desenvolvimento de qualquer nação. Representadas pelo CONFIES, existem 96 fundações afiliadas em todo o território nacional dando apoio a mais de 130 universidades públicas e institutos de pesquisa e integrantes do Sistema Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Hoje as fundações gereciam mais de 20 mil projetos de pesquisa com a movimentação de R$ 5 bilhões anuais.

Fonte: Confies.


   
   







UFRN é referência nacional em Repositórios Institucionais

26/08/2019 18:15

Anastácia Vaz

O Setor de Repositórios Digitais da Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM) foi convidado pela Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias (CBBU) para promover uma capacitação em Repositórios Institucionais (RI). Entre os dias 11 e 13 de setembro, um grupo formado com quatro bibliotecários de três instituições federais participa de uma imersão, que possibilitará a obtenção de conhecimentos sobre toda a rotina de trabalho com os repositórios institucionais da UFRN.

As instituições federais que vão participar da imersão são a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Federal do Semi-Árido (UFERSA) e Universidade Federal de Alagoas (UFAL), sendo que esta última enviará dois profissionais para participar da capacitação. A prática vai acontecer em dois turnos, manhã e tarde, na UFRN. A programação para estes três dias inclui a apresentação do Sistema de Bibliotecas da universidade, da BCZM e do Setor de Repositórios Digitais, com maior aprofundamento sobre o Repositório Institucional. 

“Vamos apresentar todo o funcionamento do setor. Como é feita a alimentação, a validação, o fluxo de importação dos dados do Sigaa para o repositório institucional”, destacou a bibliotecária Clediane Guedes, chefe pelo setor de Repositórios Digitais. O RI é uma plataforma digital que reúne toda a produção intelectual da UFRN. Contém artigos publicados em revista, artigos publicados em eventos, livros, capítulos de livros, dissertações, teses, e hoje contempla toda a produção da Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD). Todos os repositórios são de acesso aberto, basta clicar neste link.

Clediane ressalta que o momento será uma prática imersa na rotina de trabalho. “Não se trata de uma capacitação em laboratório, que também promovemos, mas sim uma capacitação em nosso fazer. Os participantes vão acompanhar nossa rotina de trabalho em repositório institucional”.

Segundo ela, é a primeira vez que bibliotecários de outras instituições vêm participar de uma imersão sobre repositórios na UFRN. “Já fomos convidados por algumas instituições para apresentar nossos trabalhos, nossa experiência prática. O repositório da Universidade Federal do Ceará (UFC) surgiu com um treinamento promovido pela UFRN”, revela. Chegou a vez, disse ela, de eles participarem do dia a dia do setor na BCZM, de “apresentarmos na nossa própria casa”.

O Repositório Digital da UFRN começou a ser implementado em 2010, por meio da resolução 59/2010 do Conselho, Pesquisa e Extensão (Consepe), que instituiu a Política Institucional de Informação Técnico-Científica da UFRN. Desde então, ele vem se destacando pela qualidade dos dados inseridos, pela maneira como o trabalho é realizado e ainda pela forma que acontece a inserção de material no repositório. Atualmente, toda a produção de dissertações e teses feita na UFRN, depois de homologadas pela Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PPG), é inserida no repositório institucional. Esses dados são extraídos do Sigaa.

“A UFRN foi convidada por ser destaque nessa questão de trabalhar com a informação digital, com o repositório institucional. Nós somos reconhecidos em uma cartilha do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) por boas práticas em repositórios. O próprio IBICT dissemina nossa prática, nosso fazer”, destaca Clediane Guedes.

Essa imersão é uma primeira experiência da CBBU como uma nova forma de capacitar os profissionais que estão hoje nas bibliotecas, oferecendo a oportunidade de conhecerem as melhores práticas e inovações de outras bibliotecas. A princípio, a CBBU convidou 10 instituições para participar dessas imersões, entre elas a UFRN.

O acervo do repositório da UFRN possui cerca de 15 mil publicações, entre artigos publicados em revista, artigos publicados em eventos, livros, capítulos de livros, teses e dissertações. O setor de repositórios institucionais da UFRN foi ampliado recentemente, ganhou mais espaço e investe na equipe, composta por nove pessoas, entre servidores e bolsistas.

Fonte: Agecom/UFRN.


   
   







Zootecnista do RN cria 'bife para abelhas' e movimenta cultura apiária

26/08/2019 14:15


Uma ração desenvolvida por um zootecnista vem movimentando a cultura apiária do Rio Grande do Norte e do Brasil: o ‘Bife das Abelhas’. Criado pelo professor Dr Antônio Abreu Neto, 37 anos, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN (IFRN) no campus Pau dos Ferros, o ‘bife’ tem como objetivo principal auxiliar a alimentação das abelhas em momentos de seca e estiagem, situações recorrentes no semiárido nordestino. De custo baixo e com boa aceitação pelos insetos polinizadores, o ‘bife’ vem ganhando adeptos e destaque fora do Estado.

"É uma ração que não é cara, do ponto de vista que as abelhas consomem pouco, tem uma conversão alimentar muito boa e a rainha faz muita postura.” revela o professor Abreu Neto à TRIBUNA DO NORTE, que estudou a ideia na tese de doutorado, feito pela Universidade Federal do Ceará (UFC), e já trabalha com abelhas há 15 anos.

A nova ração surgiu da necessidade de Abreu alimentar suas abelhas no período da ausência das chuvas, situação corriqueira aqui no Estado, onde mora há seis anos e meio. O professor explica que já havia alimentado suas abelhas utilizando leite, soro de leite, iogurte, coalhada, entre outros alimentos ricos em proteína. Antes, já havia convivido com o clima seco no Sertão central do Ceará, Estado onde nasceu.

O que chamou a atenção do professor foi justamente o porquê que os insetos consumiam esse tipo de alimento. “Fiquei impressionado porque elas consumiam isso. Fui atrás na literatura e vi que uma das proteínas era a albumina e fiz a ligação. As abelhas no abdômem delas, guardam a albumina como uma reserva. Toda vida que o organismo precisa, elas capturam e usam”, disse.

Ele notou que a albumina também se fazia presente na clara do ovo, numa concentração maior. O pesquisador também percebeu que o ovo em pó, além de suplementos alimentares, também contém a substância, e pode ser usado na fabricação do bife.

No período de pesquisas, Abreu conta ainda que chegou a testar, em laboratório, o alimento desenvolvido com uma ração comercial e notou que a taxa de abandono das abelhas era praticamente nula. “No apiário alimentando com essa ração, nenhuma colmeia abandonou o ninho. Enquanto a ração comercial e aquelas que não estavam sendo alimentadas, abandonaram”, completa.

O que chama a atenção também para a produção do alimento é justamente o fato dele ter um baixo custo. A viabilização de um quilo, por exemplo, com valores de 2017, era de aproximadamente R$ 22,00. Para manter uma colônia com uma população de 20 a 30 mil abelhas, segundo o professor, bastam 17 gramas. Com isso, o criador de abelhas gastaria aproximadamente R$ 0,36 por semana, R$ 1,44 por mês e R$ 11,52 por mês. Abreu explica ainda que, mesmo que o produtor faça em larga escala, é possível conservar o material por um longo período. “Eu conservava no freezer, próxima a zero grau. O produtor pode guardar no congelador da geladeira, tranquilamente. Eu deixei seis meses e não mudou a consistência nem nada”, revela.

Repercussão

O professor Abreu Neto explica que a ração das abelhas vem recebendo uma boa repercussão por parte dos criadores potiguares, inclusive, de produtores de outros estados e países. “Até agora, alguns entraram em contato comigo, de forma particular. Quem procurar eu não tenho problema de passar a informação não. Já teve procura de um cara da Flórida, gente do Panamá, recebemos pessoas do Acre, da Amazônia.” Ele comenta ainda que a produção ganhou destaque no programa Globo Rural, da TV Globo, um dos principais do País na área da agricultura e do homem do campo. Ainda de acordo com o professor, o próximo passo é patentear a ideia junto ao IFRN, para ter a propriedade intelectual do ‘bife das abelhas’.

Conheça mais sobre o ‘bife das abelhas

R$ 22,00 é o valor aproximado para viabilizar 1kg da ração das abelhas;

17 gramas é o necessário para manter uma população de 20 a 30 mil abelhas

 Aprenda como fazer o “Bife das Abelhas (para 10 colmeias)

20g de albumina;

100g de extrato de soja;

15 gotas de essência de baunilha;

100 ml de xarope de açúcar (deve ser feito na proporção de dois para um, ou seja, 2 kg de açúcar para 1 litro de água).

As substancias devem ser misturadas até a massa alcançar uma consistência firme. Quando desgrudar da mão, a ração está pronta. Ela dura uma semana.

É recomendado que a pasta seja guardada em papel alumínio e ao ser disponibilizada para as abelhas, que seja colocada junto aos quadros da colmeia.

Fonte: Tribuna do Norte.


   
   










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