UFRN conquista terceiro lugar no Prêmio IEL de Estágio 2019

26/08/2019 09:34


A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) conquistou o terceiro lugar da categoria Instituição de Ensino Superior na etapa estadual do Prêmio IEL de Estágio 2019, promovido anualmente pelo Instituto Evaldo Lodi (IEL) para incentivar a busca de excelência em programas de estágio. A solenidade de premiação aconteceu na última quarta-feira, 21, na Casa da Indústria, onde também foi conferido ao estudante de Engenharia Mecânica da UFRN, Cainã Dantas de Medeiros Silva, o terceiro lugar na categoria Estagiário Destaque.

Essa foi a primeira vez em que a UFRN concorreu ao Prêmio IEL de Estágio, após realizar um processo de reestruturação para a melhoria do atendimento na área. O trabalho resultou na criação da Coordenadoria de Estágios, setor da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) responsável pelo gerenciamento semestral de aproximadamente 5.500 estagiários, percentences a 117 cursos de graduação ofertados pela UFRN. De acordo com o coordenador de estágios, Fábio Henrique de Morais Barreto, a equipe realiza o acompanhamento quantitativo e qualitativo das atividades desempenhadas pelos estudantes, além de prestar orientações aos coordenadores de curso. “A premiação é o reconhecimento ao nosso esforço e nos mostra que estamos no caminho certo para o atendimento de qualidade”, comemora.

A pró-reitora adjunta de Graduação da UFRN, Elda Silva do Nascimento, adiciona que a reestruturação proporcionou a sistematização, organização e o registro das informações, enquanto a criação do módulo de estágios no Sistema Integrado de Gestão das Atividades Acadêmicas (Sigaa) contribuiu para a centralização, em uma única plataforma, de todos os processos relacionados à área. “Todas essas medidas contribuíram para que a UFRN seja conhecida como instituição de qualidade na oferta de estágio. Consideramos uma grande vitória receber esse prêmio na primeira vez em que concorremos”, destaca.

Fonte: Agecom/ UFRN.


   
   







Seminário sobre Psicologia e Políticas Sociais acontece em setembro

25/08/2019 10:28


O III Seminário Potiguar de Psicologia e Políticas Sociais, realizado pelo Grupo de Pesquisas Marxismo & Educação (GPM&E), continua com as inscrições abertas. A terceira edição do evento tem como tema central Psicologia e Políticas Sociais: conservadorismo em tempos de capital de barbárie e acontece entre os dias 11 e 13 de setembro. 

A programação do evento está composta de conferências, mesas-redondas e oficinas, com a finalidade de discutir, com profissionais que estejam atuando no campo das políticas sociais e estudantes interessados, as problemáticas atuais e o desenvolvimento de práticas, além de questões concernentes à saúde, assistência social e segurança pública. 

O Seminário tem início às 9h do dia 11, no Instituto Ágora, com a conferência de abertura Entre Milícias, Fé e Família: o estado brasileiro na contramão da democracia, ministrada pelo professor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Fernando Lacerda. 

 As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser realizadas via Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa). Para outras informações, acesse a página do evento no Facebook ou pelo e-mail: sempps.procad@gmail.com. 

Fonte: Agecom.


   
   







O cérebro durante a atividade física

24/08/2019 17:34


Pesquisa desenvolvida na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) descreve como áreas superficiais e profundas do cérebro são ativadas e desativadas quando a pessoa realiza exercício em baixa e alta intensidade. Além das responsáveis pelo controle motor, foram identificadas regiões profundas que integram a regulação homeostática e afetiva do organismo. O estudo mostra ainda como áreas de controle cognitivo são desativadas quando a intensidade da atividade aumenta.

O professor do Departamento de Educação Física da UFRN, Eduardo Fontes, assina a pesquisa como primeiro autor na revista British Journal of Sports Medicine, principal periódico sobre Medicina Esportiva no mundo. Intitulado Modulação de áreas cerebrais corticais e subcorticais durante baixa e alta intensidades de exercício, em tradução livre, a publicação pode ser lida aqui.

Segundo o professor, é possível apontar aplicações práticas decorrentes das descobertas apresentadas no artigo. “Esses resultados podem fundamentar tanto o desempenho de atletas de alto nível como contribuir para tratamentos de doenças mentais através do exercício”, explica Eduardo.

Para esta pesquisa, a coleta de dados aconteceu na Universidade de Campinas (Unicamp), e o tratamento das informações e a preparação do manuscrito se deu na UFRN. O trabalho envolveu estudantes das pós-graduações em Ciências da Saúde e em Educação Física, bem como um pesquisador da África do Sul.

NEUROex

No Grupo de Estudos em Atividade Física, Cognição e Comportamento (NEUROex), coordenado por Eduardo Fontes, as pesquisas são voltadas a entender a interação do cérebro e o exercício, além de conhecer os benefícios à saúde mental oferecidos pela atividade física. De acordo com o professor, o suporte do Departamento de Educação Física, do Centro de Ciências da Saúde e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação tem sido determinante no avanço dos estudos e na formação dos estudantes.

“Acreditamos que o fato de publicarmos em uma revista tão renomada indique a alta qualidade de estudos científicos produzidos em nosso departamento. Esperamos que esse trabalho ajude a fortalecer a produção de conhecimento em nossos cursos de pós-graduação, assim como incentive a formação acadêmica e profissional de nossos alunos”, declara Eduardo.

Também assinam o artigo Henrique Bortolloti e Kell G. Costa, alunos de Eduardo, os colaboradores Brunno Campos, Gabriela Castanho, Li Li Min (Unicamp) e Rodrigo Hohl (Universidade Federal de Juiz de Fora) e o professor Timothy Noakes, da Universidade da Cidade do Cabo (África do Sul).

Fonte: Agecom/UfRN.


   
   







CONFIES celebra avanço da PEC que flexibiliza uso de recursos próprios pelas universidades

24/08/2019 09:30

Confies

O  presidente do CONFIES, Fernando Peregrino, se reuniu nesta quarta-feira, 21, com a deputada Luisa Canziani (PTB-PR), autora da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) nº 24/2019 – que assegura mais autonomia de gastos de recursos próprios arrecadados por universidades e institutos federais. A proposta, aprovada por unanimidade, ontem, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), tem o apoio do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (PMDB).

Além de Peregrino, participaram do encontro – realizado no gabinete da parlamentar –  a reitora da UFRJ, Denise Carvalho, o pró-reitor de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças da mesma universidade, Eduardo Raupp de Vargas; e o ex-deputado Alex Canziani, pai da deputada Luisa.

O presidente do CONFIES defendeu o avanço da tramitação da PEC e avaliou que a aprovação da  medida representará “um grande alento para as nossas IFES (Instituições Federais de Ensino Superior”.  A PEC nº 24 é um dos itens da pauta da Iniciativa para a Ciência e a Tecnologia no Parlamento (ICTP.br), criada em maio deste ano,  que tem como conselho diretor oito instituições cientificas, entre as quais o CONFIES.

Tramitação

O próximo passo da PEC será a criação de uma Comissão Especial para analisar o conteúdo da proposta que tem prazo de 40 sessões para finalizar os trabalhos. Em seguida, seguirá para avaliação do plenário.

Flexibilidade 

A PEC propõe excluir dos limites individuais das despesas primárias aquelas que são financiadas por receita própria, de convênios ou doações. Hoje, apesar de pertencer à unidade orçamentária arrecadadora, os recursos próprios gerados pelas universidades não são revertidos integralmente para seus orçamentos.

“Com a PEC, as instituições federais serão estimuladas à geração desses recursos e ganharão flexibilidade para sua utilização. Isso significa que as universidades poderão angariar mais verba para pesquisa, para desenvolver cursos de pós-graduação profissional, para interagir com outros segmentos da sociedade, atender as suas demandas e receber a contrapartida pelo trabalho adicional por elas desenvolvido – seja por demanda especifica ou por doação”, defende a autora.

Fonte: Confies.


   
   







2020 pode ser o ano da tecnologia voltada para a longevidade

23/08/2019 16:00


Ano passado, Apple, Amazon, Google, Microsoft e Facebook tiveram 41% do seu faturamento nos Estados Unidos – algo em torno de 150 bilhões de dólares, o equivalente a 600 bi de reais – vinculados ao chamado “mercado da longevidade”. Traduzindo: o público acima dos 50 anos está cada vez mais ativo, presente e sedento de ferramentas e informações voltadas para um envelhecimento saudável. E quando se fala de bem-estar nessa fase da vida, estamos nos referindo a quatro pilares que merecem atenção: físico, mental, social e financeiro.

Diante desse cenário, será realizado em Londres, em abril do ano que vem, a segunda edição do Longevity Leaders World Congress. O evento reunirá as maiores autoridades mundiais no campo da longevidade, de cientistas a investidores e CEOs de empresas de seguros. Seus organizadores apostam que 2020 será o ano em que a “age tech”, isto é, a tecnologia a serviço do envelhecimento, ganhará tanta visibilidade quanto as “fintechs”, as startups financeiras que são as queridinhas do mercado.

O congresso pretende se debruçar sobre um tripé: a ciência do envelhecimento (ageing science) e seu potencial de novos tratamentos que aumentem a expectativa de vida; bem-estar na velhice (ageing well), que inclui os produtos e serviços voltados para este segmento; e os riscos da longevidade (longevity risk), com as métricas do impacto econômico desse processo. Afinal, uma humanidade mais longeva exige saídas para viabilizar que as pessoas tenham a segurança financeira de que precisam.

Um dos participantes é Aubrey de Grey, polêmico cientista inglês que trabalha com a proposta de uma medicina regenerativa, capaz de “derrotar” o processo de envelhecimento. Ele esteve na primeira edição, realizada em fevereiro deste ano, e prevê que, em menos de duas décadas, haverá tratamentos capazes de reparar os danos causados pelo passar dos anos antes que se transformem em patologias. Na sua opinião, isso derrubará o que chama de “fatalismo” de imaginar que a idade cronológica avançada de uma pessoa significa que sua vida está perto do fim. “Se não formos nesta direção estaremos condenando um monte de gente a uma morte prematura, e isso para mim é imoral”, diz.

Por volta de 2050, haverá no planeta mais gente acima dos 60 do que crianças e jovens entre dez e 24 anos. O poder de consumo dos idosos estará na casa dos 17 trilhões de dólares (a astronômica cifra de quase 70 trilhões de reais), mas o envelhecimento da população mundial terá impacto em todos os setores: trabalho, lazer, finanças, serviços de saúde, educação. As políticas públicas e o mundo dos negócios ainda engatinham quando se trata do tema, mas essa já é uma realidade que demanda ações a serem postas em prática o quanto antes.

Fonte: Mariza Tavares/ G1.


   
   










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