Pesquisadores pedem ajuda para finalizar estudo sobre animais de estimação

09/06/2020 09:30


O grupo coordenador da pesquisa Opiniões e Atitudes Acerca das Interações entre Humanos e Animais de Estimação está pedindo a ajuda da comunidade em geral para poder concluir o estudo.

Segundo o mestrando Paulo Ivo Silva de Medeiros, um dos coordenadores, a resposta ao questionário pelas pessoas que nunca criaram animais de estimação é pouco expressiva em relação às pessoas que criam ou que já criaram animais. Esse aspecto dificulta o andamento do estudo, face ao desequilíbrio entre as amostragens, explicou.

Por esse motivo, os pesquisadores continuam com o questionário da pesquisa disponível para resposta e pedem a colaboração de anônimos respondendo e divulgando a pesquisa para que seja atingida uma amostragem satisfatória.

O objetivo do estudo é levantar dados sobre qual a compreensão que as pessoas possuem da relação de abandono e maus-tratos a animais domésticos em áreas urbanas ou naturais, e o que motivaria tais atos.

Analisar o comportamento humano nessa perspectiva, acreditam os pesquisadores, pode contribuir para levantar possíveis motivos relacionados ao abandono e maus-tratos a animais e também para discutir possíveis estratégias mitigadoras que possam evitar esses comportamentos.

O estudo é realizado pelo Departamento de Fisiologia e Comportamento do Centro de Biociências da UFRN. Os voluntários podem responder ao questionário aqui.

Fonte: Agecom/UFRN.


   
   







Mortalidade por covid-19 é maior entre os mais pobres, aponta pesquisa

09/06/2020 09:29


A renda é fator determinante na mortalidade por covid-19. Essa é a conclusão de pesquisadores das universidades federais do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Ceará (UFC), que analisaram as informações epidemiológicas e a letalidade da doença baseados em dados de geoprocessamento dos casos e óbitos. Os cientistas observaram que a transmissibilidade, assim como a chance de alguém com a infecção morrer por causa do coronavírus na cidade de Natal, depende fortemente da localidade. 

A pesquisa mostra que na Zona Norte, onde há mais vulnerabilidade social, essa taxa é de 4,49%, enquanto na Zona Sul é de 1,47%. Na Zona Oeste a taxa (4,18%) também é bastante superior à da Zona Leste (2,97%). As regiões Norte e Oeste têm renda média de R$ 470 e as regiões Sul e Leste apresentam renda média três vezes superior (R$ 1.603), conforme mostra o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2019. “Ao avaliarmos a taxa de mortalidade em cada região de Natal, observamos uma relação linear entre a taxa de mortalidade e a renda média. A relação é bastante forte, sendo que a renda média é suficiente para explicar 89% da variação da taxa de mortalidade entre as zonas”, disse César Renno-Costa (IMD-UFRN) um dos pesquisadores envolvidos.


“A covid-19 é uma lupa de aumento dos problemas socioeconômicos estabelecidos ao longo dos anos. O Brasil sofrerá particularmente se a covid-19 não for controlada a tempo. A pandemia poderá se transformar de forma muito rápida em uma crise humanitária com forte viés socioeconômico”, argumentou José Dias do Nascimento, do Departamento de Física Teórica e Experimental (DFTE/UFRN) também envolvido na pesquisa. Ele reforça que o estudo aponta para a necessidade primordial de utilização de diferentes cuidados e desenvolvimento de políticas focadas em populações vulneráveis para que se tenha efeitos estabilizadores na sociedade como um todo. 

Essas evidências apontam na direção de uma série de vulnerabilidades subjacentes que contribuem para a morte por infecção nas regiões Norte e Leste, que têm taxas de mortalidade por covid-19 duas vezes maior que as pessoas que vivem nas zonas Sul e Leste, mesmo as populações dessas áreas tendo disponíveis praticamente o mesmo sistema de saúde. “A contaminação é grande em todas as classes sociais, porém os desfavorecidos têm, estatisticamente, desfechos fatais”, enfatizou José Dias. 

Para José Dias, a vulnerabilidade social está muito ligada à renda das pessoas, mas a falta de investimentos do estado nas regiões mais pobres também pode influenciar nesses fatores. “Esses lugares sofrem com a baixa proteção social, saneamento básico, densidade domiciliar, acesso a alimentos, nutrição balanceada para crianças pequenas, mulheres grávidas e que amamentam, idosos, grupos de risco e dificuldade de acesso à visita médica regular que identifique doenças críticas”, reforça o pesquisador. 

Outro fator observado na pesquisa é a situação do isolamento social, que também tem grande correlação com as diferentes populações. “Pessoas de baixa renda precisam sair de casa. Ou seja, nosso estudo também é um guia para que a gestão pública entenda que não se pode segurar ninguém em casa sem dar condições. É um problema dinâmico”, destacou. 


Além de José Dias e César Renno, participaram dessa pesquisa os cientistas,  Leandro Almeida (Física – UFRN),  Renan Cipriano Moioli (IMD – UFRN),  José Soares (Física – UFC),  Humberto Carmona (Física – UFC) e Wladimir Lyra (NM, USA). O estudo também teve colaboração de Ricardo Valentim (LAIS-UFRN) e Ion Andrade (LAIS-UFRN).

Fonte: Lais/Agecom.



   
   







Aplicativos ajudam Secretaria de Educação no combate ao COVID-19

09/06/2020 09:25


O uso das tecnologias digitais tem se tornado cada vez mais comum durante o atual momento de isolamento social – medida de contenção do avanço do novo coronavírus (Covid-19), adotada pelo Governo do RN. Pensando na dinâmica escolar, a empresa ESIG, vinculada ao Parque Metrópole, do Instituto Metrópole Digital (IMD) desenvolveu, junto à Secretaria de Estado da Educação, da Cultura, do Esporte e do Lazer (SEEC), aplicativos voltados para facilitar a interação entre estudantes e professores, durante o período de distanciamento social, contribuindo também para o processo de aprendizagem.

Disponíveis para os sistemas Android e IOS, os apps “Escola em Movimento RN” e “Conferência SIGEduc RN” são gratuitos e tratam-se de ferramentas digitais cujo objetivo é possibilitar o acesso de conteúdos educacionais, bem como atuar como uma ponte que colabore com a comunicação à distância entre estudantes e professores. Além disso, as aplicações agregam materiais voltados para todas as etapas e modalidades de ensino da rede estadual de educação.

Conteúdos

O Escola em Movimento RN, por exemplo, dispõem de conteúdos destinados à preparação dos estudantes para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), videoaulas e notícias. Não é necessário login para acessar o app, que também pode ser utilizado por estudantes da rede privada e municipal. Além disso, a ferramenta ainda dispõe de uma função que permite ao usuário baixar conteúdos da plataforma, que podem, assim, serem usados off-line.

O aplicativo Conferência SIGEduc RN se trata de uma ferramenta voltada para as necessidades dos estudantes e dos professores. Além disso, uma das principais funções do aplicativo é possibilitar a realização webconferências de maneira mais prática.

Servidores

Além dos aplicativos voltados aos estudantes e professores durante o período de isolamento social, também foram lançados pela empresa, na última semana, o app “Coronavírus SEEC-RN”, uma ferramenta digital destinada para a atenção à saúde dos servidores da Educação.

Voltado exclusivamente ao quadro de colaboradores da SEEC – o acesso ao app é realizado por meio da matrícula do servidor – o aplicativo é gratuito e tem por objetivo monitorar a saúde dos usuários, dispondo, por exemplo, de um questionário no qual o servidor responde a questões sobre os sintomas da Covid-19 e possíveis situações em que aumentariam as chances de contágio, como seria o caso do contato com alguém que tem a doença.

De acordo com a coordenadora de Gestão de Informação e Tecnologia na SEEC, Ana Paula Flor, o desenvolvimento da plataforma visa monitorar a situação da saúde dos trabalhadores da Educação, além de servir como ferramenta de apoio durante o período de pandemia. “O app foi desenvolvido para que a Educação do RN possa saber como está o seu pessoal e ter um diagnóstico atual da saúde desses servidores em educação”, aponta a coordenadora.

Fonte: Parque Metrópole.


   
   







Cartilha orienta prática de meditação em tempos de isolamento

04/06/2020 11:35


Como manter a vida equilibrada e o pensamento sereno em meio à pandemia de covid-19? Essa foi uma das questões que levou à produção da cartilha Meditação em Tempos de Quarentena. Por trás dessa iniciativa, há a ideia de que é possível experimentar bem-estar emocional mesmo em tempos adversos.

O material foi produzido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio do Centro de Ciências da Saúde (CCS), do Departamento de Saúde Coletiva (DSC), do Hospital Onofre Lopes (HUOL) e do Laboratório de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Lapics).

A cartilha fala dos benefícios da meditação, dá dicas de como praticá-la e apresenta sugestões de aplicativos para celular que auxiliam nesse exercício. A publicação integra o projeto de extensão Autocuidado Integrativo em Tempo de Coronavírus, que prevê diversas ações voltadas para ajudar no enfrentamento da covid-19, como a realização de lives, vídeos, cartilhas e folhetos.

O novo coronavírus (SAR-CoV-2) gerou não só a pandemia de covid-19. Este longo período de isolamento social imposto pela necessidade de mitigar a disseminação da doença entre a população tem afetado emocionalmente muita gente. O medo, a incerteza, a ansiedade, a angústia e a tristeza são sentimentos também gerados neste contexto. E isso pode ser sinal de que o lado psicoemocional das pessoas está sendo afetado.

De acordo com a coordenadora do projeto e do Lapics, professora Ana Tânia Sampaio, a prática da meditação pode ajudar a reaver e manter um estado de equilíbrio, o que vai ser fundamental para a saúde psíquica e emocional da pessoa. Isso está diretamente ligado à qualidade de vida, à sensação de bem-estar. Meditar é estabelecer um cuidado consigo mesmo, com a busca de uma condição de harmonia interior. A meditação, como explica a professora, também pode ser um exercício complementar em tratamentos para depressão, síndrome do pânico e ansiedade. 

Acesse a cartilha aqui.

Fonte: Agecom/UFRN.


   
   







Vídeo orienta sobre inscrições nas ações de extensão da UFRN

04/06/2020 11:29


Quem precisa fazer inscrições nas ações de extensão da UFRN tem um novo material explicativo sobre todo esse processo. A Superintendência de Informática (Sinfo) elaborou um vídeo explicativo a fim de eliminar as dúvidas de usuários quanto ao acesso à área de inscritos em Cursos e Eventos de Extensão, no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa). Para assistir ao vídeo elaborado pela Sinfo basta clicar neste link, que remete ao canal Sistemas UFRN, no YouTube.

A iniciativa surgiu devido a alta demanda dos usuários do sistema buscando tirar dúvidas com relação ao login e senha de acesso no sistema, no momento das suas inscrições nos cursos e eventos. Existem duas formas de acesso para inscrições, uma por meio do cadastro ativo no Sigaa, no Portal do Discente, e outra através do cadastro realizado  no próprio Portal Público do Sigaa. Esses acessos necessitam de credenciais são diferentes.

Vale destacar que o Portal Público é o meio pelo qual tanto professores quanto a comunidade externa podem se inscrever nas ações de extensão como participantes. No vídeo, a Sinfo explica o porquê dessas duas formas de acesso e como fazer para ter as credenciais, entre outras informações relevantes no processo de inscrição em eventos e cursos de extensão ofertados pela UFRN.

Fonte: Agecom/UFRN.


   
   










Matéria Veiculada na TV Câmara sobre os 40 anos da FUNPEC





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O apoio da FUNPEC para novos pesquisadores

13/03/2020 08:05 por André Maitelli





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